

No “PAPEL” — O que parece pode ENGANAR
No “papel”... Tudo pode parecer... Tudo pode encantar... Até aquilo... Que jamais deveria...
Ahhh...
Nos versos de um poema, Numa tela colorida,
Pode ser sonho... Pode ser memória... Pode ser verdade... Ou apenas uma história...
A música conduz... Mas...
Nem toda luz
NO “PAPEL”... NO “PAPEL”... Mas cuidado... Com aquilo que querem nos mostrar! NO “PAPEL”... NO “PAPEL”... Abra os olhos... Não entregue sua soberania!
Um quadro... Um gesto... Um instante... Pode atravessar séculos... E despertar perguntas...
O Grito do Ipiranga Nos versos de um Hino E eu penso no povo E em quanto de Nação Quantos nomes esquecidos, Quantos anônimos deixaram
Brasil... Brasil... Terra de tantos caminhos... Brasil... Brasil... Não caminhe sozinho...
Nação soberana e bela...
Que atravessa o tempo...
Cobiçada...
Explorada...
Desejada...
Mas soberania Soberania Soberania Se constrói! Se defende!
NO “PAPEL”... NO “PAPEL”... Filtro aqui... Uma imagem pode tudo transformar! NO “PAPEL”... NO “PAPEL”... Abra os olhos... Não entregue sua soberania!
Quem escreveu? Quem mostrou? Quem editou? Quem escolheu? Quem ganha? Quem perde? Quem está dizendo... E quem está escondendo?
Pergunte... Antes de acreditar.
Que o Sete de Setembro Não apenas pela história... Mas pelo que podemos transformar... Que a Pátria seja lembrada Mas no respeito à verdade... À liberdade... À nossa decisão... Porque o voto é escolha... E escolha exige consciência!
NO “PAPEL”... NAS TELAS... Entre filtros... PENSE! Antes de acreditar! PENSE! Antes de compartilhar! PENSE! Antes de escolher! PENSE! Antes de entregar!
O Sete de Setembro... Não seja apenas memória...
Que seja consciência...
Que seja responsabilidade...
Que seja soberania! Que seja verdade! Que seja Brasil!
No “papel”... Tudo pode encantar... Mas... Abra os olhos. Pense. Escolha.
"Abra os olhos. Pense. Escolha."
***
Relembrando...
Hino da Independência Oficial - com legenda e glossário (clique)
Hino da Independência do Brasil - Exercito Brasileiro (Clique)
Letra: Evaristo da Veiga Música: D. Pedro I
Já podeis, da Pátria filhos Ver contente a mãe gentil Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil
Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil
Os grilhões que nos forjava Da perfídia astuto ardil Houve mão mais poderosa Zombou deles o Brasil
Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil
Não temais ímpias falanges Que apresentam face hostil Vossos peitos, vossos braços São muralhas do Brasil
Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil
Parabéns, ó brasileiro Já, com garbo varonil Do universo entre as nações Resplandece a do Brasil
Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil
História do Hino da IndependênciaO Hino da Independência foi uma canção criada em homenagem à Independência do Brasil, conquistada em 7 de setembro de 1822. Com a independência, o Brasil rompeu o vínculo de dominação colonial que existia com Portugal. Esse hino foi composto inspirado em um poema criado por Evaristo Ferreira da Veiga (1799-1837), um escritor, poeta, jornalista, livreiro e político. Evaristo da Veiga ficou conhecido por ser defensor da independência do Brasil, desenvolvendo carreira na política e elegendo-se deputado por Minas Gerais. Evaristo da Veiga também é patrono da Academia Brasileira de Letras.
A letra do Hino da Independência foi extraído do poema Hino Constitucional Brasiliense, escrito por Evaristo da Veiga em agosto de 1822. O poema de Evaristo da Veiga tornou-se popular e recebeu uma melodia composta por Marcos Antônio da Fonseca Portugal, em 1822. Dois anos depois, a letra do poema de Evaristo da Veiga recebeu uma nova melodia, composta pelo próprio D. Pedro I. Essa mudança aconteceu em 1824, mas não se sabe o momento em que o imperador criou a melodia. Isso só foi possível porque o imperador teve uma formação musical muito boa durante sua juventude. Depois da abdicação de D. Pedro I, em 1831, a canção perdeu popularidade, principalmente porque o reinado de D. Pedro I foi extremamente impopular. A proclamação da República, em 1889, só reforçou o esquecimento dessa canção. Seu resgate aconteceu na década de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas, por obra do ministro Gustavo Capanema. Oficializou-se a melodia de D. Pedro I como a original para a canção.
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Filme Independência ou Morte 1972 Youtube https://www.youtube.com/watch?v=sYM9RIp-IPA
Juli Lima
Enviado por Juli Lima em 05/09/2026
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