Pensentires em Prosas, Versos e Sonhares.

Voar junto e dar ASAS aos Sonhos, amplia possibilidades, de viver-se intensamente.

Áudios

1377.1278– “Feitiço de Existir”SUNO M Voz e Violão
Data: 30/03/2026
Créditos:
1377.1278– [“Feitiço de Existir”] SUNO M Voz e Violão

Poema: “Feitiço de Existir” – Juli Lima/ Carlos Henrique Mascarenhas Pires

Vozes, arranjos e edições - suno.com

Voz e Violão

30/03/2026

T8593680

 

 

“Feitiço de Existir”


A vida… esse enigma sutil…
Sussurra baixo: “vem sentir…”


Não é jogo, nem passagem
Nem descanso pra distrair
É um mistério que seduz
Quem se atreve a existir

Mais que caixa a ser aberta
Mais que resposta final
Não se mede em certo ou errado
Mas no que há de essencial

Há almas que incendeiam
E outras que nem ousam ser
Presas na monotonia
De um viver sem perceber


E mesmo que o mundo explique
Cada dúvida, cada dor
O segredo não se resolve
Se não pulsa no interior


Viver é dança de opostos
Riso e lágrima no ar
Luz e sombra entrelaçadas
Aprendendo a se encontrar

Até quem faz rir o mundo
Guarda um pranto sem voz
E é nessa beleza imperfeita
Que a vida floresce em nós


É entardecer silencioso
Pra quem sabe contemplar
Mas parece coisa simples
Pra quem vive a acelerar

Intrincada aos olhos lógicos
Deslumbrante pra quem sente
É um abismo que convida
O coração da gente


E escrever… ah, escrever…
Não é ofício só, nem razão
É feitiço que me toma
É delírio em combustão

É meu caos virando verso
É descarga no pensar
Mãos desenham pensamentos
Como música no ar

Entre o útil e o inútil
Entre o sagrado e o profano
Sou vício, sou salvação
Sou poema desumano


Viver é dança de opostos
Riso e lágrima no ar
Luz e sombra entrelaçadas
Aprendendo a se encontrar

E nas falhas mais profundas
Há beleza a florescer
É no peso do contraste
Que se aprende a viver


Vim de um ponto indefinido
Talvez sonho, talvez pó
Levo o nada na partida
Como trouxe, só que só

Não deixo estátuas no tempo
Nem memórias pra guardar
Mas palavras espalhadas
Como rastros pelo ar


Sou amante das palavras
Mesmo quando elas ferem
Sou juiz de mim mesmo
Sem perdão quando elas cedem

Não me vejo entre gigantes
Nem farol pra orientar
Só desejo ser inteiro
Mesmo em me contradizer e falhar


Viver é dança de opostos
É cair e levantar
É buscar no imperfeito
Um motivo pra ficar

E no instante em que escrevo
Tudo enfim parece ser
A resposta que não existe
Mas insiste em renascer


Se há sentido nessa vida…
Ele escorre ao escrever…
Enquanto houver sopro em mim…
Eu… continuo a viver…
Só escrevendo… só… escrevendo…

 

 

***

 

Carlos Henrique Mascarenhas Pires

Li sua “Análise”

Sobre “Almas Cativas em Corpos Trocados”

E emocionada

Ousei buscar

No seu perfil

https://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=28089

Mais de você

para numa letra

o seu magistral

PRESENTE

agradecer...

Espero que

Releve

a "invasão"

e aceite

minha parceria

nesta canção

(acima)

Corporificada

a partir do tesouro

que no seu

"Orbe Literário"

Encontrei.

 

 

***

 

 

Análise de obras

Sobre “Almas Cativas em Corpos Trocados”

Carlos Henrique Mascarenhas Pires

 

https://www.recantodasletras.com.br/analise-de-obras/8593610

 

 

 

 

***

 

 

#MEMORIAL Recantista#

Divulgue...
                      um #IMORTAL#

 


https://coletivomemorialrecantistainclusivo.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=7937154

 


pois...
 


AQUELE QUE É LEMBRADO


NÃO MORRE!!!

 

 

***

 

 

 

Enviado por Juli Lima em 30/03/2026




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